O que aprendemos a esconder
Sobre a educação que ensina o menino a não chorar — e o preço que o adulto paga por isso nas suas relações.
Em breveGrupo reflexivo para homens a partir de 22 anos. Encontros quinzenais, presenciais e online, conduzidos por um psicólogo com 26 anos de trabalho em grupos de gênero.
O homem não pode ser sinônimo de violência.
A Roda dos Homens é a continuação das vivências terapêuticas com homens iniciadas nos trabalhos reflexivos de gênero em projetos sociais no fim dos anos 1990.
Ao longo desses 25 anos, essa abordagem ganhou fôlego e ampliou novas possibilidades de troca entre homens — com aprendizados que apontam para uma nova consciência masculina, interessada no aprimoramento de seus próprios planos de mudança.
Encontrar um masculino possível dentro de si mesmo, que busque no entendimento de novos diálogos soluções equilibradas para seus conflitos.
Revitalizar as relações interpessoais através de uma escuta ativa e acolhedora, que valorize os diálogos, respeite as diferenças e fortaleça os vínculos afetivos.
O trabalho oferta, com criatividade, a conexão corpo/mente a todos os participantes — quando cada um entende, de forma cognitiva e emocional, como se utiliza das próprias sensações e percepções para interagir com o seu universo pessoal.
Não há roteiro fixo. Os temas emergem do grupo — e estes são os que mais atravessam os homens que chegam até aqui.
Psicólogo construcionista social · Psicoterapeuta sistêmico · Facilitador de grupos reflexivos de gênero
São 36 anos de formação e 26 anos dedicados a projetos sociais — facilitando, coordenando e supervisionando equipes socioeducativas dentro dos territórios das comunidades do Rio de Janeiro e de Niterói.
Foi ali, no contato direto com a realidade de homens de origens muito diferentes, que se construiu o método da roda: uma escuta que não julga, mas também não passa a mão na cabeça — e que sustenta o desconforto necessário para que a mudança aconteça.
Encontros quinzenais em grupo fechado, com no máximo oito homens. Cada turma percorre um caminho próprio, mas todas atravessam os mesmos quatro movimentos.
Antes de entrar na roda, todo participante passa por uma conversa individual com o facilitador. É onde se entende o momento de vida, as expectativas e se o grupo faz sentido para você agora.
O grupo se abre com uma escuta ativa e acolhedora. Não se cobra performance, nem se exige que ninguém fale antes de estar pronto — o tempo de cada um é respeitado.
Os temas trazidos pelo grupo são trabalhados sob a ótica reflexiva de gênero: o que a gente aprendeu a ser homem, o que isso custa e o que é possível reconstruir.
Vivências que conectam sensação e percepção, para que a mudança não fique só no discurso — mas se instale no corpo, nas relações e no dia a dia.
Cada participante identifica os próprios gatilhos e desenha, junto ao grupo, movimentos concretos para as relações que quer transformar.
A roda não termina no encontro. O vínculo entre os participantes segue como rede de apoio — e novas turmas mantêm o ciclo aberto.
Botafogo, no Rio de Janeiro, e Icaraí, em Niterói. Encontros online pelo Google Meet para quem está distante.
Um encontro a cada quinze dias, com 1h30 de duração e 10 minutos de intervalo para o café.
Grupo fechado, com no máximo oito participantes — número que garante que todos tenham lugar de fala.
Aberto a todos os homens a partir dos 22 anos, sem limite de idade. Sobre planos de saúde, consulte-nos.
Relatos de participantes das vivências anteriores, identificados apenas por iniciais para preservar o sigilo do grupo.
Conhecer a realidade de outros homens e reconhecer outros masculinos me deu uma oportunidade única de ampliar meu repertório para a resolução de conflitos e encorajar meus processos de mudança.
— L. F. G.Eu não tinha ideia da satisfação que é falar dos meus erros sem a preocupação de estar sendo monitorado ou criticado. Acho que isso deve ser a sensação verdadeira de humildade.
— C. A. L.Reconhecer nossos erros e nossas dificuldades foi um divisor de águas. Hoje eu me vejo de maneira integral, e isso me deu uma leveza incrível para enfrentar os meus próprios demônios internos de peito aberto.
— F. C. J.“Foi muito importante descobrir, no meu modelo de masculinidade, pontos em que eu saía fora do meu equilíbrio e acabava inviabilizando meus discursos no âmbito da paternidade — onde minha postura autoritária me distanciou de uma convivência mais amorosa e mais fraterna. Hoje penso em resgatar o que perdi, porque a solução está em mim, e esse será o caminho a ser seguido.”
As entrevistas iniciais já estão sendo agendadas. A turma se forma com oito homens — quando as vagas se completam, abre-se lista de espera para o ciclo seguinte.
Quero fazer minha entrevistaVocê entra em contato pelo WhatsApp ou e-mail.
Agendamos a entrevista inicial — presencial ou online.
Conversamos sobre o seu momento e sobre o grupo.
Havendo encaixe, você é integrado à turma de agosto.
Não. A roda não é um pronto-socorro emocional — é um espaço de reflexão continuada. Ela serve tanto para quem atravessa um momento difícil quanto para quem simplesmente quer entender melhor a própria forma de ser homem, de se relacionar e de reagir aos conflitos.
É uma conversa individual com o facilitador, presencial ou online, antes da entrada no grupo. Serve para entender o seu momento de vida, esclarecer o funcionamento da roda e avaliar, juntos, se o grupo faz sentido para você agora. A entrevista é obrigatória para todos os participantes.
Não. São trabalhos diferentes e complementares. O grupo reflexivo trabalha a partir da troca entre pares e da experiência coletiva; a psicoterapia individual aprofunda a história pessoal. Muitos participantes fazem os dois — e isso é conversado na entrevista inicial.
Sim. O sigilo é a base do contrato de convivência: nada do que é compartilhado sai da roda. Esse acordo é firmado por todos no primeiro encontro e sustentado pelo facilitador ao longo de todo o ciclo.
Pode. O formato é híbrido: os encontros presenciais acontecem em Botafogo (Rio de Janeiro) e em Icaraí (Niterói), e há participação online pelo Google Meet para quem mora longe ou não consegue estar presente em algum encontro.
O valor é apresentado na entrevista inicial, junto com as formas de pagamento e o calendário da turma. Sobre reembolso por planos de saúde, consulte-nos — avaliamos caso a caso.
Sim. A primeira turma se forma para iniciar em agosto de 2026 e as entrevistas iniciais já estão sendo agendadas. Como cada turma comporta oito homens, as vagas se encerram rápido — e quem não entra no ciclo atual fica na lista de espera do próximo.
Tudo bem. Ninguém é obrigado a falar antes de se sentir pronto. Muitos homens passam os primeiros encontros só escutando — e é justamente essa escuta que costuma abrir caminho para a própria fala.
Publicações esporádicas do facilitador sobre os temas que atravessam a roda.
Sobre a educação que ensina o menino a não chorar — e o preço que o adulto paga por isso nas suas relações.
Em breveQuando a postura autoritária inviabiliza o vínculo — e o que é possível resgatar de uma convivência mais fraterna.
Em breveReconhecer os gatilhos como ponto de partida para os processos de mudança, e não como sentença sobre quem se é.
Em breveChame no WhatsApp para agendar a entrevista inicial. Sem compromisso, sem cobrança — só uma conversa para entender se a roda é o lugar certo para você agora.
Resposta em até 24 horas úteis, direto com o facilitador.
Chamar no WhatsApp